Projetos de Pesquisa
Docentes do Departamento de Ciências Econômicas (DeCE) coordenam grupos e projetos de pesquisa nos mais diferentes temas e filiações teóricas.
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2023 – Atual
Serviços Ecossistêmicos Marinhos Mapeamento das Potencialidades da Costa Verde
Descrição: A economia do Estado do Rio de Janeiro pode se beneficiar de suas potencialidades regionais como um vetor de desenvolvimento econômico, social e ambientalmente sustentável. Embora já possua grande parte de sua economia ligada ao mar, não existe um estudo mais aprofundado sobre como os setores relacionados ao mar podem servir de alavanca para o desenvolvimento regional fluminense. Este projeto avaliará como os serviços dos ecossistemas costeiros e marinhos podem ser direcionados para o desenvolvimento azul local na região da Costa Verde..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Alexandre Jeronimo de Freitas – Coordenador.
Financiador(es): FAPERJ – Bolsa.
2022 – Atual
PORTOS E DESENVOLVIMENTO REGIONAL – IMPORTÂNCIA DO PORTO DE ITAGUAÍ PARA A REGIÃO DA COSTA VERDE
Descrição: O desenvolvimento regional é um dos temas mais importantes para a economia fluminense. Os portos são considerados ativos regionais indutores de atividades econômicas relevantes. Este artigo pretende analisar como o porto de Itaguaí pode se tornar um instrumento central numa estratégia de desenvolvimento econômico para a região da Costa Verde..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Alexandre Jeronimo de Freitas – Coordenador.
Financiador(es): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ – Bolsa.
2023 – 2023
I Ranking Nacional de Fundos Soberanos
Descrição: O primeiro Ranking Nacional de Fundos Soberanos teve como objetivo avaliar os seis fundos soberanos regionais em operação no Brasil no ano de 2023, a saber: Fundo Soberano de Maricá (FSM), Fundo Soberano de Ilhabela (FSMI), Fundo de Equalização da Receita – de Niterói – (FER), Fundo Soberano do Estado do Espírito Santo (FUNSES), Fundo Soberano de Saquarema (FSS) e Fundo Soberano do Estado do Rio de Janeiro (FSERJ).O Modelo de Avaliação de Fundos Soberanos (MAFS) foi utilizado para analisar os fundos soberanos em questão. Tal ferramenta foi desenvolvida no ano de 2022 pelo atual coordenador do ranking, economista Eduardo Bassin..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Eduardo Bassin – Coordenador / Everlam Elias Montibeler – Integrante.
2019 – 2024
Turismo em um cenário de guerra: os custos da violência e criminalidade para o setor de turismo e seus desdobramentos sobre os demais setores da economia fluminense
Descrição: O setor de turismo é uma atividade capaz de dinamizar uma região ao estimular diversos setores gerando emprego e renda (REZENDE e REZENDE, 2005), valorizar a própria cultura, preservar o patrimônio histórico e artístico e possibiljavascript:void(0)itar o intercâmbio cultural (OMT,1998). Com isso, o turismo tem sido uma das atividades de maior expansão no mundo, com crescimento médio de 7 a.a. (WORLD BANK, 2001) e participação de 9,8 no PIB mundial em 2015 (WTTC, 2016). Seguindo a tendência mundial, o turismo no Brasil passou da 51 para a 28 posição em competitividade no setor (EMBRATUR, 2016). O Estado do Rio de Janeiro (ERJ), segundo maior receptor de turistas e destinopreferido do turismo de lazer, o setor responde por 9,9 do emprego e 7 do PIB (CNC, 2017). Acreditando nas potencialidades do setor, o atual governo do estado sugere que o turismo é o nosso novo petróleo! (RICKLY, 2019). À mercê disso, o desembarque de turistas internacionais não exibiu trajetória de crescimento expressiva nos últimos anos. Especulava-se que os megaeventos esportivos seriam capazes de deixar como legado o crescimento contínuo da demanda por turismo na cidade do Rio de Janeiro, no estado fluminense e no País. Entretanto, a antipropaganda entendida como o aumento da sensação de insegurança no estado, com inúmeros episódios de violência contra turistas, é um dos determinantes que impactaram negativamente o setor (CNC, 2017). Com o recrudescimento da criminalidade a partir de 2013 e, dada a carência de estudos dos impactos da violência sobre o turismo e seus desdobramentos sobre a cadeia produtiva, este projeto realizará um estudo sistêmico dos custos da criminalidade para o setor de turismo do ERJ e seus transbordamentos para os demais setores por meio do método de insumo-produto. Os achados deste projeto serão de grande valia para a formulação de políticas públicas que visem o adensamento do setor de turismo do Rio de Janeiro e a retomada do crescimento econômico do estado..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Maria Viviana de Freitas Cabral – Coordenador / Joílson de Assis Cabral – Integrante.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Bolsa.
Número de produções C, T & A: 2
2018 – Atual
Perdas Comerciais no Setor Elétrico Brasileiro: impactos econômicos diretos e indiretos no PIB e propostas de medidas de mitigação das perdas comerciais equitativas para consumidores e distribuidoras
Descrição: O Setor Elétrico Brasileiro (SEB) é um sistema hidrotérmico complexo de dimensões continentais e pode ser considerado único no mundo (FRANCISCO, 2012). as duas reformas implementadas não foram capazes de reduzir a taxa de perdas totais de energia elétrica ? diferença entre o montante fornecido à rede elétrica e a energia que é efetivamente entregue aos consumidores finais – do SEB. As perdas técnicas – ocorrem de forma natural nos sistemas elétricos devido aos processos de transporte de energia – se mostram estáveis apresentando uma taxa média em torno de 8% no período compreendido entre os anos de 2000 a 2012. Já as perdas comerciais (perdas não técnicas) ? oriundas de furto de energia (?gatos?), adulteração dos medidores de energia, desvio no ramal de entrada e inadimplência – se mostraram crescentes, passando de 3,99% em 2000 para 5,91% em 2012, representando um aumento de 48%. Com a entrada em vigor do decreto n° 4.562 de 2002, as parcelas relacionadas aos custos de transporte e às perdas de eletricidade, assim como os encargos de conexão do segmento de consumo passaram a ser consideradas no cálculo da tarifa paga pelo consumidor final. Assim, perdas comerciais reguladas passaram a ser modelada pelas distribuidoras como parte de seu mercado consumidor. Estas buscam mitigar estes custos, cada vez maiores, de forma custo-efetiva de modo a equilibrar seu ambiente econômico-financeiro. Já a ANEEL busca minimizar estes custos visando garantir a modicidade tarifária, uma das diretrizes do atual modelo institucional do SEB. Contudo, é plausível acreditar que a política tarifária atual ao repassar uma parcela dos custos oriundos das perdas, via elevação da tarifa, para os consumidores finais regulares levam a tarifas menos módicas. Sendo assim, o repasse das perdas comerciais à tarifa de energia possui impactos diretos e indiretos para as distribuidoras, governo e consumidores. Para as distribuidoras, suas receitas podem ser reduzidas visto que o repasse das perdas pode ocorrer, no máximo, até o limite das perdas reguladas pela ANEEL. Perdas superiores a este limite são custeadas pelas distribuidoras. Com isso, um factível cenário de receitas menores limita a capacidade das distribuidoras realizarem novos investimentos, afeta negativamente a qualidade da oferta, aumenta a probabilidade de apagões e oscilações nos horários de pico de carga, há desperdício de recursos ambientais e energéticos, pressão sobre os custos de expansão do sistema elétrico além de desgaste do relacionamento entre a distribuidora e os clientes (ARAUJO, 2007; DEPURU et al.,2011; LIGHT, 2013; OBAFEMI e IFERE, 2013; MESSINIS e HATZIARGYRIOU, 2018; HUBACK, 2018). Quanto aos impactos sobre o governo e os consumidores, estes são pouco discutidos na literatura. Pode-se argumentar que as perdas reduzem a arrecadação pública, visto que 35,6% da tarifa de energia são encargos e tributos. Sobre os consumidores, as perdas comerciais levam a cobrança de tarifas menos módicas o que, por sua vez, reduzem a renda disponível dos consumidores regulares para consumo da própria energia elétrica e de outros bens e serviços. Tal redução de renda disponível pode induzir o aumento da taxa de inadimplência, dos furtos e fraudes por parte das famílias. Este comportamento das famílias impacta diretamente a taxa de perdas comerciais no SEB retroalimentando o processo e, logo, culminando em um ciclo vicioso de aumento das perdas comerciais. Diante do exposto, propor medidas que visem a ruptura deste ciclo vicioso é fundamental para a redução das perdas comerciais e, consequentemente, da redução das tarifas no SEB. Assim, um dos objetivos deste projeto é mensurar os impactos diretos e indiretos das perdas comerciais de energia elétrica no consumo das famílias e no PIB brasileiro..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Maria Viviana de Freitas Cabral – Coordenador / Joílson de Assis Cabral – Integrante.
Número de produções C, T & A: 3
2020 – Atual
Laboratório de Análises sobre a Estrutura Produtiva Fluminense
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Marcelo Pereira Fernandes – Integrante / Rúbia Cristina Wegner – Integrante / Luciana da Silva Ferreira – Integrante / FREITAS, ALEXANDRE JERÔNIMO DE – Coordenador / Débora Mesquita Pimentel – Integrante.
2019 – Atual
Economia do Mar – Estratégia de Desenvolvimento para o Estado do Rio de Janeiro
Descrição: A economia do Estado do Rio de Janeiro pode se beneficiar de suas potencialidades regionais como saída para a grave crise me que se encontra. Embora ja possua grande parte de sua economia ligada ao mar, não existe um estudo mais aprofundado sobre como os setores relacionados ao mar podem servir de alavanca para o desenvolvimento regional fluminense. Este projeto procura ser um primeiro passo nesta direção.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Marcelo Pereira Fernandes – Integrante / Rúbia Cristina Wegner – Integrante / Luciana da Silva Ferreira – Integrante / Alexandre Jeronimo de Freitas – Coordenador / Débora Mesquita Pimentel – Integrante.
2017 – Atual
Padrões Históricos do Desenvolvimento Econômico da América do Sul
Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Alexandre Jeronimo de Freitas em 08/02/2017.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .
Integrantes: Marcelo Pereira Fernandes – Integrante / Alexandre Jerônimo de Freitas – Coordenador / Rúbia Cristina Wegner – Integrante / Eduardo Alberto Crespo – Integrante / Javier Walter Ghibaudi – Integrante / Ryan de Albuquerque da Silva – Integrante.
Número de produções C, T & A: 23
023 – Atual
Uma abordagem minskyana sobre a evolução do resultado da intermediação financeira dos bancos privados brasileiros durante o período 2015-2022
Descrição: Essa pesquisa discute os determinantes do lucro bancário brasileiro recorde na maioria dos trimestres durante o período 2015-22, caracterizado pela estagnação econômica e pela incerteza. Pretende identificar as estratégias adotadas no período, considerando a política econômica e o desempenho macroeconômico do País..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Antonio José Alves Junior – Coordenador / Débora Mesquita Pimental – Integrante / Hevellyn Camille da Silva – Integrante / joao victor motta – Integrante.
Financiador(es): Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Bolsa.
Número de produções C, T & A: 2
2023 – Atual
A escalada do endividamento das famílias no brasil: padrões de consumo, fragilidade financeira e dinâmica econômica
Descrição: o projeto tem como objetivo geral analisar as caraterísticas, tendências e a sustentabilidade do endividamento das famílias no Brasil no período 2005-2024. A análise congrega três óticas interrelacionadas: (i) do lado da demanda do crédito, prevalece a discussão sobre os determinantes e a dinâmica do endividamento familiar; (ii) do lado da oferta de crédito, o enfoque é sobre as estratégias bancárias e os determinantes da oferta, bem como a sustentabilidade dessas operações; e (iii) do ponto de vista macroeconômico, debate-se as relações entre o consumo, a renda, o emprego e a dinâmica do crédito..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Débora Mesquita Pimentel – Integrante / Norberto Montani Martins – Integrante / Antonio Jose Alves Junior – Integrante / Carmem Aparecida do Valle Costa Feijó – Coordenador / Paula Sarno – Integrante.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Auxílio financeiro.
2023 – Atual
Política Monetária e Dinâmica Inflacionária: Heterogeneidade e Assimetria na Transmissão de Preços
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Débora Mesquita Pimentel – Coordenador / Antonio Jose Alves Junior – Integrante / João Vitor Monteiro Rodrigues – Integrante / Elton Corrêa de Souza – Integrante / Alexandre Chantre – Integrante / ÉRLON DOMINGUES DA SILVA – Integrante.
Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Bolsa / FAPERJ – Bolsa.
2023 – Atual
Acompanhamento da Conjuntura Econômica Brasileira – Suporte analítico e econométrico
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Débora Mesquita Pimentel – Integrante / Julia de Medeiros Braga – Coordenador.
Financiador(es): Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – DF – Bolsa.
2026 – Atual
Manguezais em transformação: Sustentabilidade e Governança Ambiental na Reserva Biológica de Guaratiba (RJ)
Descrição: O projeto “Manguezais em Transformação: Sustentabilidade e Governança Ambiental na Reserva Biológica de Guaratiba (RJ)” tem como objetivo investigar as transformações socioambientais nos manguezais da Reserva Biológica de Guaratiba (Rebio Guaratiba), no estado do Rio de Janeiro, diante das pressões urbanas, climáticas e institucionais. A pesquisa propõe uma abordagem integrada para avaliar os impactos dessas transformações sobre os serviços ecossistêmicos, a governança ambiental e a sustentabilidade do território. Serão utilizadas metodologias qualitativas e quantitativas, como geoprocessamento, análise documental, entrevistas com gestores, valoração econômica dos serviços ecossistêmicos com o método de transferência de benefícios e revisão sistemática da literatura. Os resultados visam subsidiar políticas públicas voltadas à conservação ambiental, à justiça socioambiental e à gestão adaptativa de unidades de conservação costeiras em áreas metropolitanas..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Verônica Nascimento Brito Antunes – Coordenador.
Financiador(es): FAPERJ – Auxílio financeiro.
2025 – Atual
Serviços Ecossistêmicos dos Manguezais da Baía de Sepetiba-RJ: Uma Análise Econômica para Estratégias de Conservação da Reserva Biológica de Guaratiba
Descrição: Tem por objetivo investigar os serviços ecossistêmicos prestados pelo manguezal da Baía de Sepetiba- Rio de Janeiro, com ênfase na Reserva Biológica de Guaratiba, e propor estratégias de gestão e conservação baseadas em evidências econômicas e ambientais..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Verônica Nascimento Brito Antunes – Coordenador / NICOLLY FARIAS BARBOSA DA SILVA – Integrante.
Financiador(es): Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Bolsa.
2024 – Atual
Agricultura da China – modernização, inovação, empresarização e questão agrária
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Rubia Cristina Wegner – Coordenador / Rochane Tavares de Oliveira – Integrante / DANILO PONTES DEBARBA – Integrante.
2023 – Atual
Inovação e industrialização da agricultura da China -uma investigação do crescimento das grandes empresas chinesas da agricultura e pecuária
Descrição: O projeto tempo por objetivo principal sistematizar as estratégias de crescimento de empresas chinesas do setor agropecuário até sua internacionalização e, a partir daí, analisar seu papel no sistema agroalimentar. Esse objetivo parte do contexto da estratégia de modernização agrícola chinesa, entre 2004 e 2021, conduzida pelo Estado e seu planejamento, em suas múltiplas dimensões (inovação tecnológica, crédito, criação de novos atores privados/conglomerados e coordenação das políticas). Por modernização da agricultura entende-se o processo de mudança estrutural, centrado na industrialização da agricultura. A estratégia de modernização pretende, simultaneamente, aumentar a produtividade agrícola, garantir a segurança alimentar e nutricional, aumentar a competitividade internacional da agricultura chinesa e proporcionar um desenvolvimento econômico e social nas áreas rurais. A metodologia será a de indicadores que avaliam o crescimento de empresas e de padrões de investimento externo direto..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Rubia Cristina Wegner – Coordenador / Antonio José Alves Júnior – Integrante / Alexandre Jeronimo de Freitas – Integrante / FERNANDES, MARCELO PEREIRA – Integrante.
2023 – Atual
Inovação e industrialização da agricultura da China – uma investigação da incorporação de tecnologias de automação, internet das coisas e inteligência artificial à atividade agropecuária da China
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Rubia Cristina Wegner – Coordenador / Rochane Tavares de Oliveira – Integrante / Filipe Costa – Integrante / Daniel Alves Conceição – Integrante / Igor Friedrich Hochstätter – Integrante.