Leonardo Oliveira Medici
Permanente
Possui graduação em Agronomia (1993) e mestrado em Fitotecnia (1996), ambos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, e doutorado em Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas) pela Universidade de São Paulo (2003), com período sanduíche na Lancaster University. Em 2008 concluiu pós-doutorado também pela USP. Atualmente é professor Titular de Fisiologia Vegetal na UFRRJ e editor Associado na Revista Scientia Agricola. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fisiologia de Plantas Cultivadas, atuando principalmente nos seguintes temas: estresses oxidativo, osmótico, coloidal e por déficit hídrico; metabolismo do nitrogênio e da lisina e bioatividade de substâncias húmicas. Atualmente, vem se dedicando a uma linha inovadora de pesquisa com uso de biomassa vegetal não compostada como substrato e principal fonte de nutrientes para olerícolas. Estamos chamando essa técnica de Verdeponia (Greenponics), que vem sendo usada em bandejas,, vasos e no campo. Essa técnica usa materiais abundantes,tais como aparas de gramas ou podas de árvores, e já se mostrou viável para produção de tomate, pimentão, pimenta cambuci, couve-folha, quiabo e mudas de alface. É também uma técnica que busca aumentar a fertilidade e a matéria orgânica de forma localizada nos berços ou sulcos de cultivo, com adubações sucessivas sempre nos mesmos pontos e não em toda a área de cultivo. Ela se diferencia das técnicas de adubação verde, pois na Verdeponia a biomassa é enterrada de forma localizada nos berços ou sulcos. A área do entorno desses sulcos e berços pode ser deixada com cobertura perene que ainda servirá como fonte de biomassa para os cultivos. (Texto informado pelo autor)